Últimas notícias »

SINDICATO  DOS  EMPREGADOS
EM TURISMO E HOSPITALIDADE
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO

entre em contato conosco
17 3203.0077
Brasil e Mundo 3/7/2017 11:57:50 » Por Atualizado em 7/4/2017 8:25h

Veja como foram os protestos do dia 30 de junho

Grande mobilização tomaram as ruas de Rio Preto



 

Veja mais imagens desta grande mobilização

 

Em mais um dia de mobilização os sindicalistas de São José do Rio Preto e de toda região estiveram reunidos na última sexta feira dia trinta de junho, para protestarem contra as reformas que o governo federal está implementando e vai mudar a vida de todos os trabalhadores os brasileiros.

O manifesto partiu da praça da figueira na rua silva jardim e percorreu a avenida Alberto Andaló, foi até a rodoviária, passou pela câmara dos vereadores e parou em frente a prefeitura municipal de Rio Preto.

O MSU (Movimento Sindical Unificado) juntamente com o movimento MST (Movimento Sem Terra) e os moradores da favela Vila Itália protestaram contra todas as iniciativas do governo federal que vai minar muitos direitos trabalhistas.

Cerca de mil e duzentas pessoas participaram dos protestos, para o atendente de caixa Fernando Ruiz é importante estar atento e participar destes manifestos pois assim estamos exercendo nossos direitos civis e nossos direitos de cidadãos, acredito que não dá mais para aceitarmos tudo que está acontecendo calado, precisamos tomar uma atitude e mudar toda nossa classe política que este cada dia mais podre finaliza Ruiz.

Já a vendedora Juliana Okamoto estar aqui nesta manifestação é algo realmente diferente do nosso dia a dia, estamos atento de tudo que está se passando em nosso Brasil e precisamos nos focar agora contra nossos políticos de maneira geral pois são eles que estão prejudicando a tudo e a todos, só pensam no bem-estar deles e de suas famílias e deixam sempre o povo prejudicado, desamparado, iludido e sem um pingo de esperança de dias melhores.

Confira agora as mudanças com a reforma trabalhistas.

São mais de 100 mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), propostas pelo governo, veja algumas delas:

Jornada intermitente

A jornada hoje é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia. Pelo novo texto é permitida a prestação de serviços de forma descontínua, podendo o funcionário trabalhar em dias e horários alternados.

Remuneração

Atualmente, a remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Com a reforma trabalhista, o empregador paga somente pelas horas efetivamente trabalhadas. O contrato de trabalho nessa modalidade deve ser firmado por escrito e conter o valor da hora de serviço.

Trabalho Remoto

Atualmente a legislação não contempla essa modalidade de trabalho. Porém, com a reforma trabalhista, tudo que o trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa. 

Descanso

O trabalhador que atua no regime de trabalho de 8 horas diárias tem direito a uma hora e ao no máximo duas horas de intervalo para repouso ou alimentação. Pelo projeto, o intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos.

Demissão

Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê demissão nas seguintes situações: solicitada pelo funcionário, por justa causa ou sem justa causa. Apenas no último caso, o trabalhador tem acesso ao FGTS, recebimento de multa de 40% sobre o saldo do fundo e direito ao seguro-desemprego, caso tenha tempo de trabalho suficiente para receber o benefício. Pelo novo texto, o contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, porém não terá direito ao seguro-desemprego.

Acordo coletivo

O texto mantém o prazo de validade de dois anos para os acordos coletivos e as convenções coletivas de trabalho, vedando expressamente a ultratividade (aplicação após o término de sua vigência). Convenções e acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Dessa forma, sindicatos e empresas poderão negociar condições de trabalho diferentes das previstas em lei. 

Participação nos lucros e resultados

O acordo coletivo pode definir as regras para a participação nos lucros e resultados, incluindo parcelamento no limite dos prazos do balanço patrimonial e/ou dos balancetes legalmente exigidos, não inferiores a duas parcelas.

Jornada em deslocamento

Trabalhadores que vão e voltam ao emprego em transporte oferecido pela empresa têm esse tempo de deslocamento contabilizado como jornada de trabalho. Pela proposta aprovada, um acordo coletivo pode mudar isso.

Intervalo entre jornadas 

Hoje, o tempo de almoço, por exemplo, é de um hora. Pela proposta do governo, esse tempo poderá ser diferente. O intervalo entre jornadas tem que ter um limite mínimo de 30 minutos.

Fim de acordo coletivo

A Justiça decidiu que quando um acordo coletivo estava vencido, o último acaba valendo. O Supremo Tribunal Federal, porém, reviu essa decisão. A proposta do governo prevê que as partes podem concordar com a extensão de um acordo coletivo após sua expiração.

Programa de seguro-emprego

Trabalhadores e empregadores, de acordo com o projeto de lei, deverão decidir juntos sobre a entrada no Programa de Seguro-Emprego (PSE).

 

 



















 


NOTÍCIAS RELACIONADAS

Rua Conselheiro Saraiva, 317 | Vila Ercilia | São José do Rio Preto - SP | Fones: 0xx (17) 3203-0077 | Diretor Presidente - Sergio da Silva Paranhos

Sindicato SETH - Todos os direitos - Desenvolvido por MaquinaWeb Soluções em TI