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Esporte 27/7/2017 10:41:20 » Por

Libertadores vira única opção, e Micale terá trabalho para melhorar o time

Atlético-MG sofre com a marcação do lado direito, não cria chances de perigo e acaba eliminado



Agora só resta a Taça Libertadores para o torcedor atleticano. A derrota por 3 a 0 para o Botafogo, no estádio Nilton Santos, encerrou a participação do Atlético-MG na Copa do Brasil, na última quarta-feira, de forma precoce, após o time alvinegro vencer por 1 a 0 a partida de ida, no Independência. O tropeço em terras cariocas escancarou os erros que Rogério Micale terá de corrigir até o jogo contra o Jorge Willsterman, pelas oitavas de final da competição continental.

 
Cazares foi um dos poucos destaques positivos do Galo no Rio de Janeiro (Foto: André Durão)

Cazares foi um dos poucos destaques positivos do Galo no Rio de Janeiro (Foto: André Durão)

O Botafogo usou e abusou das jogadas do lado direito, assim como fez o Santos e o Vasco, que recentemente venceram o Atlético-MG, no Horto. As costas de Marcos Rocha eram uma verdadeira avenida, que Rodrigo Pimpão e João Paulo usaram muito bem, inclusive no lance do segundo gol, quando Luan foi facilmente batido na marcação e cedeu cruzamento para Roger marcar de cabeça.

Outro erro fundamental para a eliminação no Rio foi a ausência de jogo coletivo. Enquanto o time de Jair Ventura deu um show de tática, o de Rogério Micale foi apático e inofensivo, tanto que o goleiro Jefferson não fez nenhuma boa defesa durante os 90 minutos. O Galo trocou muitos passes, mas sem sucesso para penetrar a defesa adversário e proporcionar um perigo maior ao Botafogo.

Se o coletivo não funciona, as peças individuais muito menos. Robinho, mais uma vez, foi figura apática e inofensiva no ataque atleticano, mesmo mudando de função. Elias também teve uma grande queda de rendimento, e o seu momento ruim afeta mais a equipe do que o do camisa 7. O meio de campo atleticano, quando Cazares não está inspirado, se torna improdutivo.

 

Até o jogo contra o Jorge Wilstermann, que se torna o mais importante do Galo na temporada, Rogério Micale terá 14 dias, mas o tempo de trabalho efetivo será bem menor. No Brasileirão, onde está a apenas três pontos da zona de rebaixamento, não para. Até o confronto contra os bolivianos, onde o time alvinegro precisa vencer, o Atlético-MG tem Coritiba (F), Corinthians (C) e Grêmio (F), uma sequência pesadíssima para quem briga contra o rebaixamento.

 
Rogério Micale, técnico do Atlético-MG, terá muitos desafios até o jogo da Libertadores (Foto: Reprodução/Sportv)

Rogério Micale, técnico do Atlético-MG, terá muitos desafios até o jogo da Libertadores (Foto: Reprodução/Sportv)

 

 

 

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