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SINDICATO  DOS  EMPREGADOS
EM TURISMO E HOSPITALIDADE
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO

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Brasil e Mundo 20/4/2018 15:1:58 » Por Atualizado em 20/4/2018 15:15h

Trabalhadores em empresas de turismo tem novo reajuste salarial

Vejam como ficaram os novos valores!!!



 

 

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O Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade de São José do Rio Preto e Região – SETH, acaba de anunciar a nova convenção coletiva de Trabalho para os trabalhadores em Turismo, os novos valores do reajuste salarial já estão disponíveis para todos os trabalhadores da categoria.

Fica estabelecido reajuste salarial de 2% (dois por cento) a ser aplicado da seguinte forma, os salários de novembro de 2016, assim considerados aqueles resultantes da aplicação da Convenção Coletiva de Trabalho anterior, serão reajustados na data base 1º de novembro de 2017 em 2% (dois por cento).

Depois de muitas negociações e muita luta o SETH brigou muito com o Sindicato Patronal da categoria que em muitos momentos não queria valorizar os trabalhadores de Turismo, todo ano é a mesma coisa, os trabalhadores fazem as empresas terem lucros extraordinários e no final das contas o lado patronal não querem valorizar o trabalho destas pessoas, todos devem ganhar, não somente uma parte, lembramos que estes valores devem ser atualizados imediatamente desde o dia 1 de novembro de 2017, diz o Presidente do SETH Sergio Paranhos.

 

Confira agora como ficaram as faixas salariais dos trabalhadores:

 

Para os empregados contratados a partir de 01/11/2017 terão assegurado os seguintes salários:

 

    Faxineiros, Office-boys, Copeiras e Recepcionistas R$ 1.142,40

 

   Demais funções R$ 1.316,00

 

Muitos benefícios foram garantidos nesta nova Convenção Coletiva, benefícios estes que o setor patronal também insistiu em tirar mas não permitimos que isto acontecesse, veja muitos direitos que você trabalhador tem direito.

 

VALE REFEIÇÃO

As empresas fornecerão, gratuitamente, aos empregados vales refeição, com valor facial de R$ 26,00 (vinte e seis reais) em número idêntico ao de dias a serem trabalhados no mês, aí incluídos, quando for o caso, o sábado, domingo e feriados.

 

PREMIO MENSAL DE PERMANÊNCIA

Depois de completar 03 anos de contrato na mesma empresa (37 meses), o empregado receberá, mensalmente, a importância de R$ 28,60 (vinte e oito reais e sessenta centavos) para cada ano trabalhado, ou seja:

 

INTEGRAÇÃO E REFLEXO–HORAS EXTRAS / ADICIONAL NOTURNO

As horas extras e o adicional noturno deverão ser pagos com a parcela do descanso semanal.

A média das horas extras e do adicional noturno, habitualmente trabalhadas e, o DSR, será computada para pagamento de férias, 13º salário e indenização integral, ou proporcional, bem como nos depósitos fundiários.

 

ADICIONAL NOTURNO

As empresas que mantém jornada de trabalho noturno, horário compreendido entre as 22:00 (vinte e duas) horas de um dia e 5:00 (cinco) horas do dia seguinte, pagarão aos empregados adicional de 50% (cinquenta por cento) sobre a hora normal.

A hora noturna é computada em 52 minutos e 30 segundos.

 

PRAZO DE PAGAMENTO DE COMISSÕES

Após o recebimento pela empresa, o fechamento das comissões apuradas sobre vendas deverá ser feito até o dia 30 (trinta) e o pagamento efetuado em no máximo 35 (trinta e cinco) dias da data do fechamento.

 

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS

As Entidades Sindicais subscritoras da presente envidarão esforços para a implementação da medida que trata da participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados das empresas, sendo que para tal fim as empresas interessadas deverão entabular negociação com seus empregados para ser firmado Acordo Coletivo de Trabalho.

O Acordo Coletivo de Trabalho deverá ter a assistência da Entidade Sindical profissional.

 

DIÁRIAS

Caso haja prestação de serviços externos, fora do município para o qual foi contratado, desde que não seja pago o adicional de transferência, será paga ao empregado diária correspondente a 10% (dez por cento) do salário base, independente do fornecimento de transporte, hospedagem e alimentação.

As diárias mensais a serem pagas aos empregados observarão o teto máximo de 50% (cinquenta por cento) do salário base do empregado.

Será concedido seguro de viagem por parte das empresas sem qualquer ônus para os empregados.

Não serão pagas diárias aos empregados cujas viagens sejam inerentes às funções para as quais foram contratados; aos empregados que exerçam cargos de gerência e, aos empregados  que tiverem que se deslocar para participar de programas de treinamento ou aprimoramento profissional (FAMTOUR). Aos empregados nessas condições será fornecido transporte, hospedagem e alimentação.

 

VALE TRANSPORTE

Os empregadores fornecerão a seus empregados o vale transporte, na forma da lei, podendo descontar do salário do empregado beneficiado até o limite máximo de 6% (seis por cento) sobre o salário base, registrado em carteira.

Na hipótese de aumento de tarifas, os empregadores se obrigam a complementar a diferença por ocasião do primeiro pagamento de salário.

 

COMPLEMENTAÇÃO DE AUXÍLIO

No período de afastamento por doença, compreendido entre o 16º (décimo sexto) e o 180º (centésimo octogésimo) dias, os empregadores complementarão o salário líquido do empregado que conte, no mínimo, 01 (um) ano de serviço na mesma empresa, assim como a parcela do 13º salário que se referir ao período de afastamento.

 

CRECHE / AUXÍLIO CRECHE

As empresas se obrigam a fornecer creches às suas empregadas-mães.

As empresas que não possuírem creches próprias, pagarão a suas empregadas-mães um auxílio creche equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do salário normativo da categoria previsto na presente Convenção Coletiva de Trabalho, por mês e por filho até completar 06 (seis) anos de idade desde que lhes sejam apresentados recibos de pagamento.

O auxílio creche poderá ser substituído pela concessão de vagas junto a creches particulares, sem nenhum ônus para a empregada-mãe.

 

ESTABILIDADE DA GESTANTE

Será garantido emprego e salário à empregada gestante, desde o início da gravidez até 60 (sessenta) dias após o término do período de afastamento compulsório, ressalvados os casos de rescisão por justa causa e pedido de demissão.

Se rescindido o contrato de trabalho, a empregada gestante deverá avisar o empregador do seu estado de gestação, devendo comprová-lo dentro do prazo de 60 (sessenta) dias a partir da notificação da dispensa. Nos casos de gestação atípica não revelada, esse prazo será estendido para 90 (noventa) dias, devendo ser comprovada essa situação através de atestado médico com indicação do Código Internacional de Doenças (CID).

Estes e outros benefícios constam na sua Convenção Coletiva de Trabalho de Turismo, o SETH fica na Rua Conselheiro Saraiva, 317, Vila Ercilia em São José do Rio Preto – SP, telefone (17) 3203-0077, venha nos fazer uma visita e conheça o seu Sindicato SETH.

 

 

Jornalista Responsável: Fabiano Gonzalo Guiguet

MTB: 60325 

Assessoria de Imprensa SETH


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