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Brasil e Mundo 21/6/2018 15:44:34 » Por

Imigração japonesa completa 110 anos com um legado importante para agricultura brasileira

Imigrantes japoneses construíram uma história rica e contribuíram para o nascimento de grandes empresas e organizações.



Imigração japonesa completa 110 anos com um legado importante para agricultura brasileira
Jacto Agrícola/Divulgação
 
 

Em 1908, a chegada do navio Kasato Maru iniciava um movimento muito importante para o desenvolvimento do Brasil: a chegada da primeira geração de imigrantes japoneses.

Hoje, 110 anos depois, a relação entre os dois países tem data oficial, dia 18 de junho, que celebra o dia da imigração japonesa. Entre os muitos legados deixados pelos japoneses na história brasileira, tem um impacto muito importante o desenvolvimento da agricultura.

Na época, o Brasil carecia de trabalhadores, principalmente na agricultura, com destaque para a lavoura cafeeira em expansão. Enquanto isso, no Japão, havia uma população que sofria com a crise prolongada e não encontrava oportunidades em seu país.

Em Pompeia, interior de São Paulo, a Máquinas Agrícolas Jacto, é uma das empresas resultantes desse movimento que começou no início do século XX, pois foi exatamente em busca de uma vida melhor que, Shunji Nishimura, fundador da Jacto, chegou ao Brasil em 1932.

“Entre muitas características marcantes, Shunji Nishimura tinha um espírito empreendedor latente e a busca por oportunidades onde quer que elas estivessem. Dessa forma, após trabalhar na colheita de café, ser garçom e atuar como mecânico (sua formação), estabeleceu-se em Pompeia e encontrou um pequeno agrupamento de casas em volta da ferrovia, carente de todo tipo de negócio que a vida urbana podia requerer. Ali, montou uma pequena oficina, que cresceu e deu origem a Jacto”, comenta Jorge Nishimura, filho do fundador e Presidente do Conselho do Grupo Jacto.

 
Shunji Nishimura, fundador da Jacto, tinha um espírito empreendedor latente (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Shunji Nishimura, fundador da Jacto, tinha um espírito empreendedor latente (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

 

Em 2018, 70 anos depois, a pequena oficina deu origem a outras unidades de negócio, hoje reunidas em um grupo empresarial sólido presente nos cinco continentes e em constante crescimento.

Atualmente, o grupo Jacto conta com aproximadamente 3,5 mil colaboradores e o parque fabril está localizado quase que em sua totalidade em Pompeia, mas há também uma unidade fabril na Tailândia e outra na Argentina, inaugurada em fevereiro desse ano.

 
Parque fabril do grupo Jacto está localizado quase que em sua totalidade em Pompeia (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Parque fabril do grupo Jacto está localizado quase que em sua totalidade em Pompeia (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

 

Linha do tempo

 

Com uma característica inovadora muito presente desde o desenvolvimento de seu primeiro produto, uma polvilhadeira costal, a Jacto entra definitivamente para a história da cafeicultura brasileira ao lançar a primeira colhedora de café do mundo - a K3, em 1979. Com a possibilidade de desenvolvimento da colhedora, se estruturou o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Jacto, que foi responsável por outros tantos importantes projetos e produtos da empresa ao longo desses anos.

 
Polvilhadeira costal foi o primeiro produto desenvolvido pela Jacto (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Polvilhadeira costal foi o primeiro produto desenvolvido pela Jacto (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

 

“Ao longo desses 70 anos de história, a empresa apresentou diferentes produtos e tecnologias, visando atender às necessidades específicas dos agricultores das diferentes regiões onde atua. A busca por inovações está no DNA da empresa, e todo esse conhecimento é transformado em soluções que buscam garantir ao agricultor o acesso às tecnologias e fazer com que o produtor se torne cada vez mais competitivo e com possibilidade de otimizar sua produção é compromisso da Jacto”, comenta Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto Agrícola.

 
Jacto lançou a primeira colhedora de café do mundo, a K3, em 1979 (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Jacto lançou a primeira colhedora de café do mundo, a K3, em 1979 (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Em comemoração aos seus 70 anos, empresa lançou um hotsite cuja proposta é enriquecer a sua própria linha do tempo com os relatos de quem já se relacionou ou se relaciona com a marca.

“É um momento marcante muito significativo. São 70 anos de uma história rica, que remonta a esse passado tão estreito com a imigração japonesa e que mistura pioneirismo, inovação e respeito às pessoas. O que nos move é saber que estamos servindo a essas pessoas e será ainda mais motivador construir essa linha do tempo com a colaboração de todos”, explica Wanderson Tosta, Diretor de Marketing da Jacto.

A linha do tempo colaborativa alusiva aos 70 anos está disponível em no endereço www.jacto70anos.com.br.

 

G1 RIO PRETO.COM


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