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Brasil e Mundo 20/2/2019 16:23:8 » Por Atualizado em 21/2/2019 9:22h

SETH e Sindicatos que integram o MSU, participaram da assembleia nacional em São Paulo contra o projeto da Reforma da Previdência

Reforma da Previdência



O Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade de São José do Rio Preto e Região – SETH e o Movimento Sindical Unificado – MSU, esteve presente na última quarta-feira dia vinte (20) de fevereiro na cidade de São Paulo participando da manifestação contraria a reforma da previdência.

Vários sindicalistas de São José do Rio Preto foram até São Paulo para estar presente nesta manifestação, terceirizados, porteiros de condomínios, químicos, metalúrgicos, professores, servidores públicos e diversas categorias foram até a capital paulista.

Para o Presidente do SETH Sergio Paranhos esta foi uma forma de protestarmos contra uma aposentadoria que irá causar diversos prejuízos aos trabalhadores, estamos em um momento onde e um processo que tornara a aposentadoria inimaginável e inatingível, diz o mandatário do SETH.

Como foi protocolada a PEC 06/2019 cujo conteúdo altera as regras de aposentadoria dos trabalhadores e modifica o sistema de financiamento da seguridade social. Apresentada sob a retórica de “justa e igualitária”, a proposta de reforma não corrige distorções e, ao contrário, agrava as condições para o acesso ao benefício previdenciário dos mais pobres e das mulheres, além de priorizar a transferência de recursos públicos para o mercado financeiro, conclui Paranhos. 

Em resposta, mais de 10 mil trabalhadores ocuparam a Praça da Sé, no centro da capital paulista, na Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora aprovando um calendário de lutas que prevê atos públicos, mobilização nos locais de trabalho e bairros.

Os servidores públicos, apresentados para a população como os grandes vilões, terão que completar 62 anos de idade, para a s mulheres, e 65 anos, para os homens. E, a alíquota de contribuição previdenciária passará dos atuais 11% para 14%. Os professores só poderão se aposentar a partir dos 60 anos de idade e contribuição mínima de 30 anos. Autorização para reduzir o valor do Abono de Permanência. 

Os trabalhadores segurados do INSS, em geral, terão que alcançar a idade mínima de 65 anos, independente do tempo de contribuição. Ou seja, acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição prejudicando os mais pobres e que começam a trabalhar mais cedo.

Além de prejudicar os servidores públicos e os trabalhadores da iniciativa privada, a reforma da Previdência de Bolsonaro altera o Benefício de Prestação Continuada (BPC) que, hoje, assiste idosos carentes acima de 65 anos. Caso aprovada, este benefício será reduzido para R$ 400,00 ou, caso comprove miséria absoluta, receberá um salário mínimo após completar 70 anos, finaliza o mandatário do MSU e do Sindicato SETH Sergio Paranhos.

Mas, não serão prejudicados só os mais idosos, aos jovens que estão chegando ao mercado de trabalho estarão submetidos aos “regime de capitalização” onde apenas o trabalhador contribui em uma conta de um Banco que gerenciará a aplicação do seu depósito no mercado financeiro e, depois, vai viver do resultado destes investimentos. No Chile, único país a adotar este regime, os aposentados recebem menos de 50% do salário dos ativos e muitos não veem outra saída que não seja o suicídio.

As pensões por morte será de 60% do valor mais 10% por dependente adicional e limitação de acúmulos de benefícios na pensão. Este novo regramento fragiliza as pessoas que acabam de perder seus familiares.

 

 

 


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