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Esporte 29/10/2019 15:46:11 » Por Atualizado em 29/10/2019 15:56h

Presença de mulheres no esporte cresce, mas preconceito não diminui

Mulheres no Esporte



                

Em Rio Preto, a prática do Jiu-Jitsu tem sido muito procurada pelas mulheres e contribuído para o desenvolvimento pessoal e para uma vida mais saudável. É uma arte marcial que tem como objetivo principal o aperfeiçoamento do caráter de seus praticantes, disciplinando o corpo e a mente através de treinamento e orientação profissional.

O professor de Educação Física, Thiago Meirelles, 36, faixa preta, conta que muitas mulheres têm procurado esse esporte para autodefesa e o mercado está se adaptando às exigências das lutadoras.

 “Já tem um tempo que as mulheres mostram força nos tatames. É natural que, como consequência, o Jiu-Jitsu aumente a autoestima e a confiança feminina fora da academia, na vida familiar e social”, explicou.

A aluna Marina Mamede Lima, 24, começou os treinos há um ano e, atualmente, já conquistou faixa branca grau 3.

“O Jiu-Jitsu me ensinou vários princípios, entre eles, o de nunca desistir. Acreditar nos meus sonhos. Certamente ainda há preconceito em relação as mulheres praticarem esportes, principalmente os ditos masculinos. Mas estamos mudando esse cenário e mostrando que nós, mulheres, podemos lutar e estar onde quisermos”, destacou.

FUTEBOL

Por amor ao esporte, mesmo passando por dificuldades, meninas não deixam de jogar. Apesar da grande procura pelo futebol feminino, elas ainda enfrentam preconceito na hora de praticar o esporte e se deparam com situações desagradáveis pelo fato de gostarem do jogo. Quando se fala de um esporte que é a identidade nacional e que é representado sobretudo pelos homens, e para os homens, isso piora.

A equipe feminina do bairro Vivendas é amadora, mas o foco é o futebol como profissão. Treinando duas vezes por dia, a atacante Helen Correia, 23, é um dos destaques do time e afirma que na infância, quando descobriu o amor por futebol, já sofria preconceito dentro da própria casa.

“Além disso, tem a questão da falta de incentivos e patrocínio para as equipes femininas do Estado, que muitas vezes deixam de viajar para participarem de competições por falta de dinheiro”, comentou.

Apesar de ainda ocuparem um espaço secundário e das dificuldades enfrentadas, as jogadoras não se deixam abalar e buscam umas nas outras o suporte necessário para superar os problemas dentro e fora de campo. E a única exigência é pelo fim do preconceito que insiste em diminuí-las a uma condição de inferioridade.

Por Gabi PALHARES

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